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O helicóptero avaliado em R$ 2 milhões foi apreendido pela equipe do Saer-Fron. O trabalho da polícia de Chapecó foi na quinta-feira (7)

O helicóptero avaliado em R$ 2 milhões foi apreendido pela equipe do Saer-Fron. O trabalho da polícia de Chapecó foi na quinta-feira (7)

 

Um helicóptero avaliado em R$ 2 milhões foi apreendido pela polícia de Chapecó/SC, na cidade de Osasco/SP. – Saer-Fron/Polícia Civil/Reprodução/ND

 

Um helicóptero avaliado em R$ 2 milhões foi apreendido pela polícia de Chapecó, na cidade de Osasco/SP. A aeronave, de modelo Robinson 44, do ano 2014, foi localizada pela equipe foi na quinta-feira (7).

 

Os membros do Saer-Fron (Serviço AeroPolicial de Fronteira) estavam em São Paulo e irão transportar o helicóptero para Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, onde ficará sob responsabilidade da Polícia Civil/SAER.

 

O helicóptero será trazido para Santa Catarina na tarde desta sexta-feira (8) em função de terem atuado na ação os policiais da cidade de Chapecó. A aeronave foi localizada durante a operação Cifra Oculta.

 

Polícia de Chapecó apreende helicóptero em operação:

 

A operação Cifra Oculta, da Delegacia de Investigação à Lavagem de Dinheiro, com apoio técnico e operacional do Saer apreendeu nesta quinta-feira (7) um helicóptero Robinson R44II, num hangar particular localizado na cidade de Osasco (SP).

 

No decorrer da operação, deflagrada na terça-feira (5), foram encontrados 24 veículos de luxo, imóveis, saldos em contas bancárias, criptomoedas que soma cerca de R$ 50 milhões. Também foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão em SP, SC, RS, PA, PR.

 

Conforme o delegado Jeferson Prado, a investigação identificou sofisticado esquema de lavagem de capitais decorrentes de diversos crimes, especialmente tráfico de drogas e organização criminosa.

 

Dentre os crimes investigados estão a aquisição e utilização de interpostas pessoas para movimentação de criptomoedas e de contas bancárias, utilização de pessoas jurídicas fantasmas, a utilização de pessoas jurídicas para a mescla de valores e dissimulação de lucros e dividendos e aquisição de bens de luxo.

 

Segundo o delegado Pedro Mendes, diretor-adjunto da DEIC/PCSC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais) a operação Cifra Oculta é de vital importância para coibir o crime de lavagem de dinheiro em Santa Catarina.

 

A operação contou com o apoio das Polícias Civis de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e do Pará, das demais unidades especializadas da DEIC, Diretoria de Inteligência, CORE e do Laboratório de Tecnologia em Lavagem de Dinheiro, além do MJSP, através do Projeto Impulse, que está inserido no Programa de Enfrentamento a Organizações Criminosas (Enfoc).

 

Fonte ND+

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