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Mais de 650 mil pessoas estão com a 2ª dose da vacina contra Covid-19 em atraso em SC

Em Santa Catarina, 657.268 pessoas não retornaram para receber a segunda dose da vacina contra a Covid-19 dentro do período recomendado pelos fabricantes. Os dados foram atualizados pelo Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SiPNI) nesta segunda-feira (15).

 

O público que mais faltou aos postos de vacinação são as pessoas que receberam o imunizante da Pfizer. Cerca de 330 mil moradores do Estado tomaram a primeira dose, mas não completaram o esquema vacinal primário.

 

Outras 202 mil pessoas foram imunizadas com a primeira vacina da Coronavac, mas também precisavam receber a segunda dose. Com o imunizante da AstraZeneca, mais de 124 mil tomaram a primeira dose, mas também possuem a segunda vacina em atraso.

 

Dose de reforço

Com relação às doses de reforço, mais de 2,75 milhões de pessoas a partir de 12 anos estão aptas a cumprir essa etapa da imunização, mas não foram até os locais para receber a terceira ou segunda dose após a dose única.

 

Os prazos para reforçar a ação da vacina, de acordo com as empresas farmacêuticas, são de quatro meses após a segunda dose da AstraZeneca, CoronaVac e Pfizer e de dois meses depois da dose única da Janssen.

 

Já as pessoas com 40 anos ou mais, que podem receber a segunda dose de reforço e ainda não tomaram, somam 1,2 milhão no Estado.

 

Número de vacinados

Desde o começo da vacinação dos catarinenses, mais de 5,96 milhões de pessoas completaram o esquema primário, com as duas doses ou dose única. O número representa 82% da população geral de Santa Catarina.

Além disso, 52% das pessoas com mais de 12 anos já receberam a primeira vacina de reforço. São cerca de 2,93 milhões de moradores do Estado.

 

Vacinação entre as vítimas da Covid-19

Segundo levantamento da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), o número de mortes pela Covid-19 em Santa Catarina mais do que dobrou nos últimos três meses. O órgão atribui o aumento à queda da vacinação.

 

As pessoas com mais de 50 anos representam 93% das mortes. Entretanto, apenas 5% das vítimas com essa idade tomaram a segunda dose de reforço.

— Como os mais idosos sofrem o fenômeno da imunosenescência, ou seja, menor resposta imunológica com o avançar da idade, acabam se tornando mais vulneráveis a apresentarem formas graves da Covid-19. Por isso é recomendada a aplicação de doses de reforço a cada 4 meses, enquanto estivermos com a transmissão da Covid-19 em alta — explicou Eduardo Macário, superintendente da Dive, em entrevista ao Diário Catarinense no começo de agosto.

 

Fonte: DC

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