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Ciclone: após mortes, há previsão de mais chuvas e inundações no RS

 

 

 

Até 17h de terça-feira (5/9), a Defesa Civil do Rio Grande do Sul contabilizou 67 municípios afetados pelo ciclone extratropical – (crédito: Maurício Tonetto/Secom/Governo do Rio Grande do Sul)

 

Muitas casas sofreram danos por conta da ventania, da chuva forte e da queda de granizo desde segunda (4/9). Ainda há muitos pontos de alagamento no estado.

 

Após a passagem do ciclone extratropical, que deixou pelo menos 31 mortos no Rio Grande do Sul, há mais previsões de chuvas para o extremo sul do estado entre a noite de quarta-feira (6/9) e a manhã de quinta-feira (7/9). Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), de quinta até a sexta-feira (8/9), o avanço da frente fria provocará acumulados de chuva de até 100mm, atingindo áreas já impactadas pelas chuvas dos últimos dias. Além disso, há alertas da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, válidos até 13h desta quarta, para o risco de inundações dos rios Caí e Taquari.

 

O número de desabrigados no Rio Grande do Sul chegou a aproximadamente 1.650 pessoas e são pouco mais de 4,5 mil os desalojados. Muitas casas sofreram danos por conta da ventania, da chuva forte e da queda de granizo. Houve falta de energia em dezenas de cidades e ainda há muitos pontos de alagamento após o aumento dos níveis dos rios.

 

O ciclone fez com que os níveis do rio Taquari e de afluentes subissem muito rapidamente. Somente no município de Roca Sales, um dos mais atingidos, a cheia foi de mais de 13 metros em menos de 12 horas. A prefeitura alertou à população que a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros não conseguiam auxiliar todos os que precisavam. Por isso, recomendou que os moradores que tivessem condições se refugiassem nos telhados das casas à espera de resgate.

 

Somente no município de Muçum, na região do Vale do Taquari, foram localizados 15 corpos. Mais de 80% da cidade ficou alagada. “É o maior volume de mortes em um evento climático no estado do Rio Grande do Sul. Centenas de pessoas se mobilizaram em uma rede proteção e salvamos milhares de vidas. Mas, infelizmente, algumas vidas não puderam ser salvas”, lamentou o governador Eduardo Leite (PSDB), depois de visitar Lajeado, outro município muito afetado.

 

Na terça-feira (5/9), o governador Eduardo Leite sobrevoou municípios atingidos pelo ciclone e se reuniu com secretários para formularem ações de apoio à população. “Todos os transportes aéreos disponíveis estão trabalhando nos resgates. São duas aeronaves da Brigada Militar e um helicóptero da Polícia Civil, além do helicóptero do Corpo de Bombeiros Militar – que permite voos noturnos e vai continuar operando ao longo da madrugada. Mais de 40 embarcações também estão sendo utilizadas para buscas e remoção de pessoas ilhadas em áreas alagadas”, informou o governo do Rio Grande do Sul.

 

Em Santa Catarina, uma pessoa morreu após ser atingido por uma árvore em Jupiá. Também há previsão de chuvas intensas no estado nos próximos dias.

 

 

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