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Drones ajudam governo do RS a buscar desaparecidos em áreas atingidas por ciclone

O RS passou pelo maior desastre natural de sua história e busca forças para se reerguer

Após passar por um desastre natural devastador, o Rio Grande do Sul está testemunhando a convergência da tecnologia e dos esforços humanos para salvar vidas.

 

As equipes de resgate estão adotando drones e outras tecnologias inovadoras para aumentar as chances de encontrar sobreviventes e desaparecidos. As informações são do governo do RS.

 

No rastro da calamidade, o governo estadual está mobilizando todos os recursos tecnológicos disponíveis e buscando apoio de órgãos federais para intensificar as operações de busca e resgate.

 

Segundo o último balanço da Defesa Civil do RS, até as 12h desta sexta-feira (8), há 46 pessoas desaparecidas em três municípios gaúchos: 30 em Muçum, 8 em Lajeado e 8 em Arroio do Meio.

 

Os drones, incluindo aqueles equipados com tecnologia termal, estão desempenhando um papel crucial nas operações de busca. A tecnologia termal permite que essas aeronaves captem variações de calor, identificando sinais de vida em meio aos destroços.

 

Além dos drones estaduais, as equipes de resgate estão utilizando equipamentos fornecidos pelo MDR (Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional).

 

Esses drones federais vão além da captura de imagens, fornecendo informações cruciais de altimetria e altitude. Com base nesses dados, é possível calcular o plano altimétrico, determinando os níveis do terreno, massa, altura e distâncias, facilitando a localização de vítimas.

 

O coronel Luciano Chaves Boeira, chefe da Casa Militar e Proteção e Defesa Civil, ressalta a importância dessas ferramentas avançadas.

 

Ele enfatiza que os drones são vitais para prevenção, preparação e resposta durante as operações de busca e salvamento, tornando-as mais eficazes, precisas e seguras.

 

Apoio nos resgates no RS

 

As equipes de resgate também contam com o apoio da Defesa Civil Nacional, com quatro integrantes do Gade (Grupo de Apoio a Desastres) chegando de Brasília para contribuir nas operações.

 

Eles realizaram registros fotográficos em Muçum e Roca Sales, além de trabalhos específicos em áreas com pessoas desaparecidas.

 

Os registros são georreferenciados e podem auxiliar na reconstrução das infraestruturas afetadas e na fundamentação de decretos de calamidade pública.

 

Além dos drones, aeronaves com capacidade de voo noturno estão sendo empregadas, e o Corpo de Bombeiros Militar iniciará a utilização de cães de busca, intensificando ainda mais os esforços para encontrar e salvar vidas. A tecnologia e a solidariedade estão unindo forças para enfrentar essa tragédia.

 

Fonte: ND+

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