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Cães e gatos podem ser infectados pelo mosquito Aedes aegypti?

A Médica Veterinária, Liandra Dall’ Orsoletta, Coordenadora do NAPA, explicou como acontece a transmissão de doença grave para cães e gatos

 

Com o aumento de casos da dengue no Brasil, surge a dúvida sobre os riscos para cães e gatos. A Médica Veterinária, Liandra Dall’ Orsoletta, Coordenadora do NAPA (Núcleo de Atenção aos Pequenos Animais) de Chapecó/SC, que explicou como acontece a transmissão.

 

 

A Médica Veterinária, Liandra Dall' Orsoletta, Coordenadora do NAPA, explicou como acontece a transmissão de doença grave para cães e gatos.Cães e gatos podem ser infectados pelo mosquito Aedes aegypti? Médica Veterinária explica. – Foto: Prefeitura/Divulgação/ND

A equipe do ND Mais conversou com a médica e ela explicou que apesar de cachorros e gatos não serem atingidos pela dengue, o mosquito Aedes aegypti pode transmitir doença grave para os animais.

“Poderia acalmá-los ao dizer que não, eles não têm dengue, porém, preciso ser realista e contar que no caso de cães e gatos, pode ser ainda pior”, diz a Veterinária.

 

 

Segundo Liandra, os animais não têm dengue, mas o mesmo mosquito, Aedes aegypti que transmite a dengue em humanos, pode transmitir a dirofilariose em cães e gatos.

 

O que é dirofilariose/dirofilaria?

 

 

A doença parasitária, também conhecida como “verme do coração”, causada por dirofilaria, afeta a saúde e qualidade de vida dos animais. Quando o animal é picado pelo mosquito contaminado, pode ficar vários anos de forma assintomática.

Sintomas da doença em cães e gatos:

De acordo com Liandra, os sintomas estão associados a problemas do coração, fraqueza, cansaço, desmaio, convulsão e nos exames constará lesões cardíacas e pulmonares.

Os parasitas se alojam na artéria e tronco pulmonar do animal. Em casos graves, podem chegar ao coração e ocasionar a morte. A doença pode levar tempo para dar os primeiros sinais, por isso é importante prevenir.

 

 

A dica é vigiar os animais, principalmente, cães, e não os expor nos horários de atividade do vetor que é fim da tarde e noite. Além disso, limpar quintais, terrenos, recolher folhas e galhos, eliminar fontes de umidade e dar destino adequado ao lixo.

 

 

Entre as dicas da veterinária, está a utilização de coleiras com repelente ou produtos que podem ser utilizados no dorso. Precisam ser produtos específicos, segundo a médica, que de fato eliminam o mosquito e reduzem a prevalência do Aedes aegypt.

 

 

“Quando a gente se preocupa com a dengue em humanos, o controle do mosquito também vai prevenir a transmissão de doenças nos animais, que seriam a dirofilariose e a leishmaniose. Ambas são doenças bem sérias, que podem levar ao óbito”, diz Liandra.

 

 

A veterinária deixa claro que não é o animal, o cão ou gato doente, que em contato com a pessoa transmitirá, pois precisa do intermediário, que é o mosquito.

 

 

Fonte ND+

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